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7 de abril de 2012

g *

O problema sou eu. Eu nunca soube como te dizer um "adeus verdadeiro". Sempre deixei que um pouco de ti continuasse em mim mesmo depois de tudo; eu gostava de respirar e sentir que não tinhas ido embora totalmente. Eu gostava do pouco que tinha restado de ti. Eu sei, era um erro viver assim, mas eu não tinha como sair dali. Eu não sabia como era "ser" sem ti; eu não sabia o que seria da minha vida, então precisava de algo para me segurar e a única coisa que encontrei foram as memórias. Mas chegou o tempo em que até isso me começou a magoar, a destruir-me. As memórias começaram a matar todos os sorrisos que eu tinha e começaram a trazer lágrimas e mais lágrimas. 
Então, a única saída foi começar a lidar com a tua ida, mas agora de verdade,sem lembranças para passar o tempo a doer e destruir o meu coração. Eu decidi dizer-te  "adeus", deixar-te para trás, mesmo que isso fizesse com que meu coração se fosse quebrar em mil e um pedaços. E foi assim, que eu continuei a minha vida… Mas, até hoje, ainda me escapam sorrisos de quando me lembro de ti. Porque sempre foi assim, mesmo tendo dito "adeus" e mesmo tendo feito inúmeras promessas sobre ti e sobre mim. Sobre nós. E,infelizmente, vai ser sempre assim.


3 de abril de 2012

para todos aqueles que adoram hp !

eu cresci com isto e verdade seja dita , A-D-O-R-O Harry Potter !

31 de março de 2012

fuck *

this can't be happening -.-
fuck, fuck, fuck ! i can't like you now ! :'

28 de março de 2012

every time !

every fucking time when i'm depressed -.-

14 de março de 2012

5 de março de 2012

just wordless.

"O tempo passa, mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada batida do ponteiros dos segundos dói como sangue pulsando sob um hematoma. Passa de modo inconstante, com guinadas estranhas e calmarias arrastas, mas passa. Até pra mim."
Mas a dor é boa. Apenas me lembra de que ele era real.


Mais um dia, tudo de novo. Mesmo sonho, mesmos gritos. Sempre à procura, e nunca ao encontro. Apenas a sensação do nada”Será como se eu nunca tivesse existido”. Eu tento não pensar, mas eu lembro-me sempre. A minha cabeça está numa memória antiga, um passado distante, um futuro perdido.. nos meus sonhos que foram destruídos. Tudo parece foi arrancado de mim. Sinto que até minhas memórias irão sumir. Eu irei esquecer. Logo ele irá desaparecer. Eu tenho medo. É disso que sempre tive medo. O som da voz dele pintando minhas memórias, fazendo as minhas feridas. As lembranças inundam a minha mente. Dói e obrigo-me a não pensar mais. Mas há algo de errado. Tudo está sem cor, turvo… Está tudo a desaparecer aos poucos. O desespero corrói-me. O buraco no meu peito protesta. Mas eu tenho que arranjar uma maneira de não esquecer. Lembrar-me sempre de ti, de nós. E tudo isto me faz (re)lembrar que o meu mundo acabou de colapsar e cair nos meus ombros.